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Mapa Mental sobre “passive voice” (1)

Resumo sobre “passive voice”
A voz passiva é uma construção gramatical que inverte a relação tradicional entre sujeito e objeto em uma frase. Em vez de o sujeito realizar a ação (voz ativa), ele é o receptor da ação, com o agente da ação, se presente, sendo introduzido por uma preposição como “por” ou “por”.
A forma básica da voz passiva é formada por um verbo auxiliar (geralmente “ser” ou “estar”, conjugado no tempo apropriado) e o particípio passado do verbo principal. Por exemplo, em vez de “O cão comeu a ração” (voz ativa), a voz passiva seria “A ração foi comida pelo cão”.
A voz passiva tem diversas utilidades. É frequentemente usada quando o agente da ação é desconhecido, irrelevante ou óbvio. Por exemplo, “O crime foi cometido ontem” foca no crime, não em quem o cometeu. Também é usada para enfatizar a ação em si, ou para manter a consistência de um estilo de escrita, evitando descontinuidade.
No entanto, o uso excessivo da voz passiva pode tornar a escrita desajeitada, indireta e menos clara. É importante considerar a clareza e o propósito da comunicação ao decidir entre voz ativa e passiva. Em geral, a voz ativa é mais direta e concisa, sendo preferida em grande parte da escrita. A voz passiva é mais adequada em situações específicas, como relatórios científicos ou quando o foco está no objeto da ação.