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Resumo sobre Crise dos mísseis
A Crise dos Mísseis de Cuba, ocorrida em outubro de 1962, foi um dos momentos mais perigosos da Guerra Fria, colocando o mundo à beira de uma guerra nuclear. O conflito teve início quando os Estados Unidos descobriram, através de fotos de reconhecimento, que a União Soviética estava instalando mísseis balísticos nucleares em Cuba, a apenas 145 km da Flórida.
A resposta americana foi imediata e multifacetada. O presidente John F. Kennedy estabeleceu uma quarentena naval em Cuba, impedindo a entrada de mais armas soviéticas na ilha. Houve intensas negociações diplomáticas e, em segredo, os EUA consideraram diversas opções militares, incluindo um ataque aéreo ou invasão.
A tensão escalou dramaticamente com a presença de navios soviéticos, carregados de armas, navegando em direção à quarentena americana. O mundo observava apreensivo, temendo o confronto que poderia desencadear uma guerra nuclear.
Após dias de intensas negociações e comunicação direta entre Kennedy e o líder soviético Nikita Khrushchev, foi alcançado um acordo. A União Soviética concordou em remover seus mísseis de Cuba, em troca da promessa americana de não invadir a ilha e da remoção secreta dos mísseis americanos Júpiter da Turquia, que representavam uma ameaça à URSS.
A Crise dos Mísseis de Cuba demonstrou a fragilidade da paz mundial durante a Guerra Fria, a importância da comunicação direta entre as superpotências e a capacidade de negociação para evitar a catástrofe. O evento também levou à instalação da linha direta telefônica entre Washington e Moscou, conhecida como “telefone vermelho”, para facilitar a comunicação em futuras crises.