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Resumo sobre absolutismo monárquico
O absolutismo monárquico foi uma forma de governo que floresceu na Europa entre os séculos XVI e XVIII, caracterizada pela concentração total do poder nas mãos de um único governante: o monarca. Este sistema político se sustentava na crença do “direito divino dos reis”, que legitimava a autoridade do monarca como proveniente diretamente de Deus, tornando qualquer contestação à sua vontade um ato contra a própria divindade.
Os monarcas absolutistas detinham controle sobre todos os aspectos da vida social, econômica e política de seus reinos. Eles promulgavam leis, administravam a justiça, controlavam as finanças, e comandavam o exército e a marinha. Para manter o poder, os reis utilizavam um aparato burocrático centralizado, que incluía ministros, conselheiros e funcionários leais. Além disso, investiam em exércitos permanentes e em aparatos de repressão para sufocar qualquer oposição.
O absolutismo foi impulsionado por diversos fatores, como o declínio do feudalismo, o surgimento de uma burguesia mercantil em ascensão, a necessidade de centralizar o poder para lidar com conflitos religiosos e guerras, e a influência de teóricos políticos como Nicolau Maquiavel e Jean Bodin.
Figuras proeminentes do absolutismo, como Luís XIV da França (o “Rei Sol”), personificaram a ostentação e o poder absoluto. Apesar de sua força, o absolutismo também enfrentou desafios, como as revoluções burguesas do século XVIII, que questionaram a concentração de poder e defenderam ideias de liberdade, igualdade e participação política, levando ao declínio gradual do sistema.