Compilação com os melhores mapas mentais, conceituais, infográficos, diagramas e resumos sobre cuidados paliativos.
Mapa Mental sobre cuidados paliativos (1)

Mapa Mental sobre cuidados paliativos (2)

Mapa Mental sobre cuidados paliativos (3)

Mapa Mental sobre cuidados paliativos (4)

Mapa Mental sobre cuidados paliativos (5)

Mapa Mental sobre cuidados paliativos (6)

Mapa Mental sobre cuidados paliativos (7)

Mapa Mental sobre cuidados paliativos (8)

Mapa Mental sobre cuidados paliativos (9)

Mapa Mental sobre cuidados paliativos (10)

Mapa Mental sobre cuidados paliativos (11)

Mapa Mental sobre cuidados paliativos (12)

Mapa Mental sobre cuidados paliativos (13)

Mapa Mental sobre cuidados paliativos (14)

Resumo sobre cuidados paliativos
Cuidados paliativos são um modelo de atenção médica especializada que visa melhorar a qualidade de vida de pacientes e suas famílias que enfrentam problemas associados a doenças graves e potencialmente fatais. Diferentemente do tratamento curativo, que busca a cura, os cuidados paliativos se concentram em aliviar o sofrimento, controlar a dor e outros sintomas físicos, emocionais, sociais e espirituais, independentemente do estágio da doença.
A filosofia central dos cuidados paliativos é o tratamento da pessoa como um todo, considerando suas necessidades individuais. Isso inclui o controle de sintomas como dor, náuseas, fadiga e falta de ar, o apoio psicológico para lidar com a ansiedade, depressão e o medo da morte, e o suporte social para garantir a dignidade e o conforto do paciente e seus entes queridos.
A equipe de cuidados paliativos é multidisciplinar e pode incluir médicos, enfermeiros, assistentes sociais, psicólogos, fisioterapeutas, terapeutas ocupacionais e capelães. Essa equipe trabalha em colaboração com os médicos assistentes, o paciente e a família para desenvolver um plano de cuidados individualizado, que atenda às necessidades específicas do paciente e respeite suas preferências.
Os cuidados paliativos podem ser oferecidos em diversos ambientes, como hospitais, casas de repouso, ambulatórios e, idealmente, em domicílio, permitindo que o paciente passe mais tempo em um ambiente familiar. Eles não se limitam aos pacientes em fase terminal, podendo ser iniciados em qualquer momento do curso da doença e até mesmo em conjunto com tratamentos curativos, proporcionando suporte contínuo e melhorando a qualidade de vida do paciente.