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Mapas Mentais sobre Governo Costa E Silva

Compilação com os melhores mapas mentais, conceituais, infográficos, diagramas e resumos sobre governo Costa e Silva.

Mapa Mental sobre governo Costa e Silva (1)

Mapa Mental sobre governo Costa e Silva (2)

Resumo sobre governo Costa e Silva

O governo de Emílio Garrastazu Médici, que sucedeu ao de Arthur da Costa e Silva, é frequentemente associado ao período da ditadura militar brasileira (1964-1985). Apesar de Costa e Silva ter sido o presidente, foi durante seu mandato, marcado por grande instabilidade política e crescente repressão, que as bases para o regime militar foram estabelecidas.

A sucessão de Costa e Silva foi fortemente influenciada pelo clima de crescente radicalização política que tomou conta do país nos anos 60. A instabilidade social, a violência política e a ameaça de revoluções, tanto de esquerda quanto de direita, levaram a uma radicalização do controle estatal.

Uma das marcas indeléveis de seu governo foi a Lei de Segurança Nacional (LSN), uma medida extrema que reforçou os poderes repressivos do Estado. Essa lei, aprovada em 1969, possibilitou a censura à imprensa, perseguição e detenção sem julgamento de opositores políticos.

O governo também utilizou amplamente as forças de segurança, especialmente o Exército, para reprimir protestos e movimentos sociais. A violência policial, muitas vezes extrajudicial, se tornou uma ferramenta importante para manutenção do poder. Apesar da promessa de reformas administrativas e combate à inflação, a realidade do governo foi a crescente repressão e a perpetuação das violações dos direitos humanos.

Costa e Silva, em seu governo, não conseguiu encontrar soluções para os problemas econômicos e sociais que afligiam o país. A crescente pobreza e desigualdade, combinadas com a opressão e a repressão, levaram à disseminação do sentimento anti-governo e à crescente resistência popular. A sucessão de Médici, mesmo com uma postura militar mais moderada (em relação a Costa e Silva), não significou o fim da opressão, mas sim, o início de uma nova fase da ditadura.