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Resumo sobre guerra dos mascates
A Guerra dos Mascates, ocorrida entre 1661 e 1669, foi um conflito significativo na história do Brasil Colônia, centrada em Olinda e Recife, na Capitania de Pernambuco. A rivalidade profunda entre os senhores de engenho de Olinda, a elite rural e aristocrática, e os comerciantes portugueses de Recife, os chamados “mascates”, impulsionou a disputa.
Os olindenses, endividados com os mascates devido ao comércio e aos empréstimos para financiar a produção de açúcar, viam os recifenses como usurpadores de sua riqueza e poder. A elevação de Recife à condição de vila, em 1654, separando-a de Olinda, exacerbou essa tensão, simbolizando o crescente poder econômico dos mascates.
A guerra propriamente dita começou com motins e confrontos violentos. Os olindenses, liderados por figuras como André Vidal de Negreiros, tentaram, sem sucesso, restaurar a hegemonia política e econômica sobre Recife. Os mascates, por sua vez, defendiam seus interesses comerciais e o poder crescente na região, contando com o apoio da Coroa Portuguesa.
O conflito foi marcado por saques, assassinatos e instabilidade política. A intervenção da Coroa, enviando tropas e nomeando um novo governador, conseguiu apaziguar temporariamente a situação. A Guerra dos Mascates demonstrou a complexa dinâmica social e econômica da colônia, evidenciando a luta pelo poder entre a elite rural e a burguesia comercial em ascensão. A disputa também revelou as tensões no controle político e econômico do Brasil Colônia, prenunciando futuros conflitos e a busca por autonomia.