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Resumo sobre reforma anglicana
A Reforma Anglicana foi um movimento religioso e político significativo no século XVI, que resultou na separação da Igreja da Inglaterra da autoridade do Papa e da Igreja Católica Romana. Impulsionada por uma combinação de fatores políticos, econômicos e religiosos, a reforma começou com o rei Henrique VIII da Inglaterra, que desejava anular seu casamento com Catarina de Aragão para se casar com Ana Bolena.
Diante da recusa do Papa em conceder a anulação, Henrique VIII, com o apoio do Parlamento, declarou-se chefe supremo da Igreja da Inglaterra em 1534, através do Ato de Supremacia. Esta ação marcou o ponto de ruptura com Roma e o início da Igreja Anglicana.
Embora a reforma inicial fosse predominantemente política, com foco na autoridade real, ela gradualmente adotou aspectos teológicos reformistas. Henrique VIII, apesar de romper com Roma, manteve muitas práticas católicas, como a missa e a doutrina da transubstanciação. No entanto, sob seus sucessores, especialmente Eduardo VI e Elizabeth I, a Igreja Anglicana adotou um caráter mais protestante, com a adoção da língua vernácula na liturgia, oposição ao culto de imagens e uma ênfase maior na Bíblia como autoridade suprema.
A Reforma Anglicana trouxe consigo significativas mudanças sociais e políticas, incluindo a dissolução dos mosteiros e a transferência de suas terras para a Coroa, a tradução da Bíblia para o inglês e a criação de uma nova identidade religiosa para a Inglaterra. A formação da Igreja Anglicana lançou as bases para a evolução do anglicanismo como uma tradição religiosa distinta, com suas próprias doutrinas, práticas e formas de governança.