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Resumo sobre Teoria clássica da administração
A Teoria Clássica da Administração, desenvolvida no início do século XX, representa uma das primeiras e mais influentes escolas de pensamento na administração. Ela se divide em duas vertentes principais: a Administração Científica, focada na eficiência do trabalho, e a Teoria Clássica, preocupada com a organização e estrutura da empresa como um todo.
A Administração Científica, liderada por Frederick Taylor, buscava otimizar o trabalho através da análise científica das tarefas. Taylor defendia a padronização dos processos, a seleção e treinamento adequados dos trabalhadores, e a divisão do trabalho para aumentar a produtividade. Seu foco era a eliminação de desperdícios e a busca pela “única melhor maneira” de executar cada tarefa.
A Teoria Clássica, por outro lado, liderada por Henri Fayol, concentrava-se na estruturação da empresa e nas funções administrativas. Fayol propôs os cinco elementos da administração: planejamento, organização, comando, coordenação e controle. Ele também estabeleceu os 14 princípios da administração, como a divisão do trabalho, autoridade e responsabilidade, unidade de comando e subordinação dos interesses individuais aos gerais, visando a organização eficiente e a coordenação das atividades.
Apesar de sua importância histórica, a Teoria Clássica foi criticada por sua visão mecanicista e simplista dos trabalhadores e das organizações. Ela tendia a desconsiderar os aspectos sociais e psicológicos do trabalho, priorizando a eficiência em detrimento da satisfação dos funcionários. No entanto, seus princípios e conceitos ainda influenciam a administração moderna, principalmente em relação à estruturação de empresas, processos e tomada de decisões.